13/10/2018

Cês já assistiram Hilda no Netflix?


Oi, tudo certinho?
Se você, assim como eu há algumas semanas atrás nunca tinha ouvido falar de uma coisa tão gracinha e incrível que é Hilda Folk, pegue seu cházinho e bora conversar porque eu trago boas novas!

O que pode ser melhor do que um mundo de fantasia em que bolas de pelo com olhos enormes chamadas "Woff" voam pelos céus enquanto mini elfos preenchem papelada e uma mãe solteira vive com a filha numa floresta mágica? Exato, uma graphic novel sobre isso!

Eu lhes apresento, Hilda Folk de Luke Pearson.


Ok ok, sei que o título fala de Netflix e tal, mas preciso te apresentar a obra prima que são os quadrinhos primeiro. Contexto, meus caros.

Bem, pelas minhas breves pesquisas Luke foi da equipe de Hora de Aventura, o que indica bastante como ele é fã de surrealismo e realidades mágicas. 
Sua obra autoral além de ter um tema legalzão tem muito mais e eu listo a seguir motivos pelos qual você deve se apaixonar por Hilda:


  • Uma mãe profissional liberal, designer gráfica, fofíssima, e sua filha vivem independe e maravilhosamente numa casinha na floresta. Mulheres fortes e normatização de famílias não estereotipadas yeah!
  • Há representatividade de etnias em todo o canto, a melhor amiga de Hilda é latina, há personagens muçulmanos e de todas as etnias em todo o canto! (Confesso ainda esperar por ver personagens com deficiência física e casais não heteronormativos, mas acredito que isso esteja presente nos quadrinhos, mas não tanto na série animada...ainda)
  • Hilda é uma garota corajosa e inteligente e ainda assim muito doce e que busca sempre o bem e o aprendizado. Ela têm seus conflitos, tem fragilidades de acordo com a idade, as relações são verdadeiras e as personagens são todas muito bem desenvolvidas.
  • O outro melhor amigo tem déficit de atenção e é totalmente incluso e aceito em todos os grupos e situações. O crescimento e amadurecimento dele é gradual e motivador. A presença de personagens com diagnósticos psicológicos e a maneira inclusiva com que se trabalha sutilmente o tema é um enorme ponto positivo!
  • Enredo bem feito! Sim, é ótimo quando tem pautas sociais levadas em consideração em obras artísticas, mas também é igualmente importante ter uma boa história e Hilda não deixa a desejar. Tudo flui de forma envolvente e as histórias são todas muito bem costuradas, além de o ritmo ser legal também. Você não sente que tem fillers empacando a vida.
  • Cenários ~incríveis~. Gente, o que são as cores desse negócio, pelo amor dá vontade de cobrir as paredes da minha casa com prints das paisagens. 
  • A trilha sonora é muito boaaaaa! Eu tenho até a playlist salva no Spotify, é um folk que dá à série uma ambientação perfeita.

Já deu pra ter um gostinho? Deixo aqui finalmente o trailer e fica aí a recomendação dessa série fofíssima e curtinha que super vale a pena.



09/10/2018

Estou de volta, bebê


Olá!

Diretamente do túnel do tempo através de um canal um tanto quanto duvidoso de comunicação cibernética, cá estou de volta a blogosfera!

Me sinto uma múmia, sinceramente. Mas né, vale sempre tentar uma retomada do bem.

Fui pro Canadá, voltei do Canadá (igual a Luisa, cês viram só) e agora tô duríssimo e a procura de emprego. Yay. Melhor maneira de comemorar a volta, tô só a confusão na vida, mas a gente segue em frente né meninxs?

Foram tempos sombrios na terra da folhinha, mas agora meu país também está em chamas, então acho que vou tirar uma folga dessas coisas todas e tentar fazer do blog uma terapia ocupacional.

Sabe, sei que muita gente tem viagens incríveis e voltam realizados e querendo mais quando saem de seus respectivos países etc etc, mas vejam, pra mim foi uma bela merda.

98% de todos que conheci foram pessoas tóxicas e me envolvi em mais relacionamentos abusivos do que meus dedos são capazes de contabilizar.

MÃAAAAS, como nem tudo é tristeza e deprê, também tenho ótimas coisas pra encher o mundo de raios quentinhos de amor e positividade ~~

Agora vai ser minha fase detox, sabe?

Não quero saber das porcarias do passado, o negócio é hoje e agora, amiguinhos.

Enfim, pequenas atualizações.

30/05/2017

Bom dia flor do dia, há quanto tempo eu não te via


Ois e olás, meus caros amiguinhos!

Só hoje reparei que meu último post foi láaa em janeiro, confesso ter ficado chocado.
Estou meio sem tempo nesses últimos meses, comecei a trabalhar, minha viagem ao Canadá se aproxima e mais um montão de coisas aconteceram aqui em casa e reviraram minha vida.

Vamos por partes:

Este é um post meramente informativo sobre minhas razões para o sumiço.

Pois bem, vamos aos meus queridos tópicos ~

Estou trabalhando em eventos, o que significa dizer que não é nada garantido e nunca sei bem o que vou fazer. Cada hora é uma coisa, já fui do cadastramento, atendimento ao expositor, ao visitante, balcão de ajuda (que nada mais era do que um atendimento ao visitante meio camuflado) e mais umas tantas outras coisas.
É bem divertido quando estou com gente legal na equipe, ou quando vão muitos estrangeiros e consigo gastar meu english e treinar meu castellano, mas também tem horas de tédio sem fim.
Bem aquela coisa: paga as contas e tem momentos legais então tá valendo.

Com meu querido trabalho já fiquei sem umas horas de vida, soma-se a isso meus cursos que hoje em dia são três. Teoricamente meu senso de responsabilidade super exemplar me faria ter menos tempo ainda pela necessidade de treino que implica estudar desenho, mãs é claro que a pessoa aqui é uma porcaria em ter auto-motivação então... É.
Amo de paixão o que estudo e adoro minhas aulas, mas não consigo me forçar a estudar muito, ao invés disso perco o pouco tempo que tenho muitas vezes sofrendo e me torturando por não estudar. É cíclico, paradoxal e idiota, eu sei.

Além dessas paradas todas tem o fato de 95% dos meus amigos não serem de um grupo em comum e minhas saídas com eles me tomarem muito tempo, seja pra organizar minha agenda social ou simplesmente sair mesmo. São (ainda bem) muitas pessoas pra encaixar e isso me estressa um pouco. Preciso de mais dias e horas na semana.

Aí tem as tarefinhas de casa, meu filho felino, a reforma maravilinda que fizemos em casa também e bagunçou tudo e logo em seguida a arrumação que segue sento feita.

Por fim tem todas as etapas de preparação pra minha viagem, que são coisas extremamente desgastantes de serem feitas pra mim, por mais que envolvam muitas vezes uma """""simples""""" troca de emails. Não tenho cabeça pra isso gente, acho que meu estilo é mais "se jogue e seja feliz", não é o mais adequado, admito, mas é bem prático e desejável.
Estou com um monte de providências pra tomar e documentos pra pegar, um verdadeiro caos como podem imaginar. Não vejo a hora de chegar naquele bendito país e só usar meu cérebro pra ralar no curso. Sério.

Estas são as atualizações gerais da minha vida e os porquês de eu andar tão ausente. Sequer consigo ler os posts dos blogs que gosto, cara! Mas vai melhorar. Um dia. Quem sabe depois do curso.

Até breve, chuchus!

26/01/2017

5 a Seco - Bora falar de música brasileira, chuchu

(Fotinho do site Música Pavê, vale a visita pra quem não conhece)

Ai, que belezinha esse post, gente. Amo de paixão esses meninos, com todo meu serzinho, juro. Eles tem tanto a dizer em apenas dois álbuns, então pega um suquinho que o post vai ser rápido, mas recheado!
Pra adoçar ainda mais meu humor já começo dizendo que são da minha terrinha, São Paulo, esses lindos! Não é favoritismo, mas sinto um pouco de falta de artistas paulistas, porque quase sempre são de outros estados e isso é ótimo, só que me deixa com invejinha hahah.